Motor de partida exige cuidados, principalmente no frio

Insistência em ligar o carro pode superaquecer o sistema.
Distrações como dupla partida também são prejudiciais.
Em dias frios como os últimos registrados no Sul e Sudeste, o motorista precisa ter muito cuidado na hora de ligar o carro - especialmente se o motor é bicombustível. Muita gente se esquece de colocar gasolina no tanque adicional do motor flex. Com isso, uma partida prolongada pode danificar o sistema.
Como o álcool só consegue atingir o ponto de combustão em temperaturas mais elevadas, a gasolina tem o papel de auxiliar no funcionamento do motor, principalmente em dias com baixa temperatura.
Se o tanque está vazio ou a gasolina ficou muito tempo sem uso e não foi trocada — o que pode entupir o sistema por causa da borra que se forma —, fica difícil fazer a ignição. A insistência em ligar o carro pode superaquecer o motor de partida.
Também conhecido como motor de arranque, o componente é instalado junto ao motor de combustão do carro e serve para acionar o propulsor até que comecem as explosões. Ou seja, o item é fundamental para o carro sair do lugar.
Girar a chave com o carro ligado
Dar a partida no carro quando ele já está ligado é uma distração comum, mas pode comprometer o motor de partida. Aquele barulho constrangedor da dupla partida — que se torce para ninguém ter ouvido — nada mais é do que os dentes de duas engrenagens “raspando”.
Ao acioná-lo, o motor de partida faz girar o eixo de manivelas do motor de combustão (virabrequim) por meio de uma roda dentada. A engrenagem menor (pinhão) está montada no eixo do motor de arranque e engata com a engrenagem maior (cremalheira), no motor.
O engenheiro de vendas da Remy Automotive Brasil, Mauricio Gayubas, explica que quando acontece a dupla partida, o pinhão pode dar um golpe e quebrar o dente da cremalheira e, assim, amassar o impulsor.
Outro erro é engatar a primeira marcha e acionar o motor de partida para o carro andar quando acaba a gasolina. “Dessa forma, o motor entra em superaquecimento e queimam os fios internos, a bobina etc. O ideal é procurar ajuda para empurrar o carro ou chamar um guincho”, acrescenta Gayubas.
Manutenção preventiva
Além desses cuidados com a utilização do componente, o especialista sugere que toda vez que for feita a troca de óleo, alinhamento ou balanceamento seja realizada também a checagem dos parafusos de fixação do motor de partida e dos cabos elétricos do solenóide (condutor), que devem estar limpos, bem conectados e sem sinais de corrosão.
Segundo o engenheiro, o componente pode custar de R$ 200 a R$ 280. A manutenção com limpeza, troca de bucha, escova, entre outros componentes, sai de 30% a 50% mais barata e garante durabilidade de cerca de cinco anos.
Qualquer ruído também deve ser checado. Gayubas recomenda a procura de uma oficina auto elétrica para verificar o funcionamento do sistema.“O carro pode estar com algum problema e não ser o motor de partida. Pode ser a injeção de combustível, por exemplo”, alerta.
fonte:http://g1.globo.com

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Balas

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